Zona do livro

Zona do livro é um espaço reservado para divulgação dos livros dos zonadores e, também de sugestões de leitura dos autores. Confira!

“Versos Versáteis”, de Leo Barbosa

Versos Versáteis 

“Versos Versáteis” (2010) é composto por 80 poemas divididos em 5 partes: “Versos Versáteis”, “Na morada do amor”, “No templo do tempo” e “A prima da erótica”. Neste livro o leitor encontrará a poesia “escorrendo” em temáticas como: medo, limitações, tempo, dúvidas, saudade, amor e erotismo.

Prefácio da obra: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/4104111

Comentários:

“Devo
dizer que raramente vi um talento tão grande e tão precoce! Tenho
certeza de que você vai fazer uma grande carreira literária. Receba os
parabéns e o abraço.”

Moacyr Scliar – Escritor,Membro da Academia Brasileira de Letras

Onde adquirir ?

http://ideiaeditora.com.br/
http://www.estantevirtual.com.br
http://www.osebocultural.com.br

Livros de Iracema Macedo

entrevista iracema macedo out 11 (1)

entrevista iracema macedo outr 11 (2)

Para saber mais

http://www.verbo21.com.br/v5/index.php?option=com_content&view=article&id=802:iracema-macedo&catid=75%20VISUALIZAR%20MEU%20PERFI

Livros de Frederico Barbosa

“Cantar de amor entre os escombros”

fred livro

´A poesia brasileira atual precisa muito da poesia-míssil de Frederico Barbosa – o mais significativo poeta surgido na década passada e um dos mais expressivos dentre os maiores poetas contemporâneos brasileiros, isto porque o autor continua a perseverante e bem sucedida trajetória de fazer poesia do não, do exato. Com invenção.´ – Amador Ribeiro Neto

“Brasibraseiro”

fred anto

“Brasibraseiro” é um livro de poesia escrito a quatro mãos. O antropólogo baiano Antonio Risério e o professor pernambucano Frederico Barbosa, dois dos mais contundentes poetas contemporâneos do país, uniram-se para, através da poesia, discutir interpretações e saídas para o Brasil. Os poemas se articulam em constante diálogo, seja sobre a questão amorosa, como o par Vers/Revers, seja nas recriações de textos importantes para a compreensão do país, como a Literatura de Informação quinhentista, a obra de Antonio Vieira, ou os manifestos da Conspiração dos Búzios, de 1798. Assim, de forma lúdica e poética, são discutidos temas fundamentais para a invenção do conceito de Brasil, como o confronto entre europeus e indígenas no descobrimento, a questão do negro, o carnaval e tantos outros.

“Contracorrente”

contra

“Contracorrente é uma alteração muito positiva de curso e uma prova da capacidade de realização pessoal. Aqui o poeta parece estar além da pura experiência e plenamente integrado na sua personalidade poética.” Antonio Candido

“Rarefato”

Rarefato

Sinopse – Rarefato – Frederico Barbosa – 1990

“É fácil identificar a que linhagem pertence Frederico Barbosa: a dos poetas intelectuais que não abrem mão de um universo referencial amplo e diversificado. Referências cultas se cruzam com outras mais acessíveis à formação média: Camus e jazz, Beckett e filmes noir, João Cabral e os faróis de automóveis. Nem tão intelectual, porém, que o poeta se negue à narração de sensações mais concretas, mesmo filtradas por referências a Dante e Petrarca. A trilha dele ainda pode ser muito longa e talvez nos traga, quem sabe, surpresas. Mas o que aqui está, sem dúvida, já é um espaço próprio muito bem demarcado”. – Sebastião Uchoa Leite

“Nada feito nada”

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Sinopse – Nada Feito Nada – Frederico Barbosa – 1993
Um dos mais ricos e múltiplos livros de poesia escritos no Brasil nas últimas décadas.Os poemas sobre o Jazz, na seção intitulada “Repertório”, formam a parte mais provocante do livro. São canções tradicionais recriadas por Frederico Barbosa para a linguagem poética, procurando traduzir a estrutura e a emoção (talvez sejam o mesmo)de cada uma delas. Tome-se como exemplo o poema que dá título ao livro: “Nada feito nada,/ no poema / não há termo meio,/meio-amor, meia-palavra. // Do sem / sentido intenso / se faz / um tudo atento / feito a palavra / em / cantada, // nada / feito / nada.” Além disso temos os poemas de maior fôlego. “Em Nada Feito Nada”, escreveu o crítico Amador Ribeiro Neto, “temos poemas longos. Um deles, o Certa Biblioteca Pessoal, poema em duas partes, descreve a biografia intelectual e flagra, em flashes, como se dá processo criativo para o poeta. Em dicção de fundo drummondiano, o poeta se desnuda e comove, fazendo-nos sentir inspirados, mesmo em meio a este “eco seco de nadas”. Outro poema longo é sem nem, que ocupa uma parte completa do livro. Sobre este poema, as palavras de Augusto de Campos, na contracapa do livro, dizem o mais importante, na forma típica deste ensaísta: concisa. Diz AC: ‘(…) é em especial no poema sem nem que Frederico se coloca o dilema crucial do pós-fazer, a justificar a farpa ambígua do título geral: Nada Feito Nada’.”

“Louco no oco sem beiras – Anatomia e depressão”

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Sinopse – Louco no Oco sem Beiras – Anatomia da Depressão – Frederico Barbosa – 2001
“O que mais pode um poeta autêntico senão cantar o seu tempo? E se o tempo é de depressão, desespero e caos, o poeta procura uma harmonia possível? Não, os poemas de Frederico Barbosa vêm desafinar o coro dos contentes conformistas; eles falam da queda, de todas as descidas ao Inferno — as de Odisseu, Dante, Pound e Sousândrade —, atualizadas no inconformismo do homem contemporâneo, que, como Aquiles, aprisionado nas sombras do Hades, não aceita o mundo morto dos mortos, e insiste em manter-se íntegro na voragem do capitalismo.
A poesia de Frederico é necessária à preservação do humanismo possível, nesse momento em que o século XXI se inicia como uma anti-aurora crepuscular.” José de Paula Ramos Jr.

“A consciência do zero”

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Sinopse – A Consciência do Zero – Frederico Barbosa – 2004
A Consciência do Zero, segunda antologia poética de Frederico Barbosa, celebra os 25 anos de escritos poéticos de um dos mais relevantes poetas contemporâneos brasileiros. Neste livro, o poeta escancara o lado mais sombrio, angustiado e contundente da sua poesia, ao contrário de sua primeira antologia, Cantar de amor entre os escombros (Landy, 2002), que apresenta poemas sobre o amor e a sexualidade. O poeta-crítico Claudio Daniel explica o livro: “[…] Esta obra funciona […] como um guia de viagem numa terra estrangeira, revelando as várias técnicas e os recursos utilizados pelo poeta. […] Frederico Barbosa incorporou procedimentos de montagem e seqüência do cinema, os movimentos melódicos da canção, a rapidez informativa do jornal, entre outros códigos da aldeia enlouquecida, dinamizando a narrativa poética, que ganha agilidade e força de impacto.” Para o crítico literário Manuel da Costa Pinto, Frederico Barbosa é “possivelmente o poeta que mais explicitamente assume sua dívida para com o concretismo. […] Ao lado de Augusto de Campos, é hoje o poeta que melhor navega pelas águas do experimentalismo”

“Signicidade”

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Sinopse – Signicidade – Frederico Barbosa – 2009
“Ao seguirmos as tramas que Frederico Barbosa tece nesta SigniCidade, um “oxímoro máximo” se insurge ao nosso olhar. Como compreender as correspondências e contrastes de uma “louca completa de tons segredos”? Como se abismar em seus túneis e viadutos, ruelas e becos,
como habitá-la ainda que de passagem na poesia que emerge no vento que leva “a quase / saia” da beleza citadina, cuja “jóia / surpresa lapidada / que desaparece na boca quente / do metrô” revela-se no olho da “flor de farol” como um “sinal / de diferença”? Como romper com a
indiferença e revelar na memória da retina da palavra a imagem flagrada a seco pela objetiva da câmera? A cidade, esse signo que emerge ao nosso olhar, nasce para ser destruído e redescoberto em fragmentos de sons-palavras-movimento nos poemas reunidos aqui em mosaicos de fotos e lances de sentido, numa poética alheia a qualquer imagem idílica, alheia a qualquer homenagem submissa ao ícone construído pelo homem. Esta SigniCidade emerge do olhar do poeta que inscreve na paisagem a letra com que rasura a cidade e a transforma em poesia.” Susanna Busato

“Quatro estações: O Trevo”
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Para ler ou baixar o livro é só clicar no link: Quatro Estações: O Trevo
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