Poemas (18) de Marcelo Maldonado

Imagem: Pinterest.com

(das rezas)

que se
destrave o
impossível
num afago
que o
sensível se
instale
e a mim me
restaure
são e
náufrago

=============

(das entremências)

achou de bem
regar uma
pedra com a
saliva da
infância
a manhã tinha
reverberâncias
nos seus
rascunhos
entrou a rir
de um
parassempre
entalhado numa
rama d’água
deu a mão à
cor azul do
coração de
um bem-te-vi
dizem que
anoiteceu
feito coruja
com sabença
de árvores

Marcelo Maldonado

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