Uma sentimentalidade que pensa

carla llanos

Ilustração: Carla Llanos

Negado o poder de albergar o amor dentro de si,
E, sobretudo,
De produzir amor,
E de atingir o fim da sua existência,
Que é a felicidade,
Deve conhecer as obrigações que
A natureza lhe impõe – ao Homem;
Deve conhecer as obrigações,
Com as quais nasce,
Para com Deus, para consigo mesmo
E para com os outros homens.
Porque
O verdadeiro amor
É uma sentimentalidade que pensa.

(Maíra Borges Wiese)

Este post foi publicado em Avulso em por .

Sobre luisagadelha

Luísa é graduada e mestra em Letras, graduanda em Filosofia, ama literatura desde sempre e quadrinhos há alguns anos, tem preferência por romances (longos), sejam clássicos ou contemporâneos e se esforça - ou nem tanto - para ler mais poesia. Isso quando não está vendo séries.

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