[rios que pensam…]

rios que pensam como se podem cortar os pulsos aos pecadores
escrevem as sombras nas palavras para a humanidade
se tornar mais veloz ou então rasgar o disfarce da frescura
do corpo soterrado nas margens em louvor
 
todos os rios pensam qualquer coisa estranha
e os pecadores aliciam-se pelo susto
filipe marinheiro, «noutros rostos», 2014
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