Poema (14) de Carlos Orfeu

beber passaro

Imagem: Pinterest.com

 

beber um pássaro

esplendor de pluma

 

no des-limite da sede

entranhar na carna-

dura de seu voo

 

celebrá-lo

engajar

o pensamento

na fenda do horizonte

 

é adejar o lúcido abismo do corpo

 

Carlos Orfeu

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