[um mar de céu…]

um mar de céu às flores sangra ininterruptamente
nas poças mais profundas

o seu sal tira e mete de novo o sal nas algas verdes como um corpo
que traça devagar as cores impassíveis

e as imagens da vida marítima ficam mais próximas de nós
até nos escutarem e darem um nome: um sorriso…

 

filipe marinheiro, in «noutros rostos», chiado editora 2014

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