[ando a atravessar todo o mundo…]

ando a atravessar todo o mundo em desespero

e gosto de completar as palavras derivadas da morte como a flutuar
numa meditação desregulada

e cheio de algum consolo escrevo dentro da poesia para ela poder
encontrar-se consigo mesma

ou então ressuscitar depois dela escrever o mundo…

filipe marinheiro, in «noutros rostos», chiado editora 2014

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s