[vou contando todas as vidas tristes…]

vou contando todas as vidas tristes que se amadurecem

no fundo dos meus olhos a passarem atrás das coisas gastas

em cada rua vazia espero pelo seu sabor mudo

 

e desapareço naquele estremecimento que sai virgem do chão

por onde caminho novamente sombrio

 

filipe marinheiro, in «noutros rostos», chiado editora 2014

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