Sob o Amor/ Poema LXI

Convite de lançamento do livro Sob o Amor

Amar sem endurecer
quando velho, leve,
pesar a mesura.

Como jovens beatas rindo
de uma braguilha aberta
à porta do banheiro santo.

Ternura terei.

Ser rei sem reinado
e tocar o lago sagrado
que se alarga
para o nascente
e me afunda sem afogar.

Menino soul que aprendes
a abdicar de verdades cegas,
salva-me deste mar.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s